Transformação digital

Transformação digital: sua empresa está preparada?

Quando ouvimos o termo Transformação Digital (TD) a primeira ideia que surge na mente de muitos é de uma startup com diversos profissionais na faixa dos 16 aos 20 anos e que gostam de muito videogame, séries, filmes da Marvel e que passam horas e horas escrevendo longas linhas de código.

Mas será que essa interpretação está correta?

Esse e outros mitos e achismos reduzem o conceito de TD a algo inalcançável para maioria das empresas.

Tornar uma empresa digital não implica na criação de um departamento de T.I. ou o desenvolvimento de um serviço puramente digital, ainda que tudo isso possa acontecer durante a jornada de transformação.

Na última edição da Campus Party 2019, tivemos a oportunidade de ouvir Vinicius Pabon, líder de transformação digital da Petrobras para entender um pouco mais sobre o assunto.

Vinicius atua na gigante nacional desde 2011 e em outubro de 2018 assumiu a empreitada de levar a Petrobras juntamente com sua equipe para esse novo cenário digital.

Durante sua apresentação – A jornada humana na transformação digital – Pabon explicou o avanço da tecnologia na sociedade e como o uso da informação é crucial para o desenvolvimento.

Relatou também o tamanho do desafio dentro da organização, deixando claro a necessidade do diálogo entre a Petrobras e a comunidade atuante dentro desse contexto digital. Isso explica o patrocínio e participação da indústria petrolífera na Campus Party.

Transformação Digital do que?

Desde os primórdios da administração e da gestão de empresas, o tema eficiência é exaltado.

Fazer mais com menos, gastar metade do tempo para fazer o dobro das tarefas e entre outras proposições semelhantes pautam este universo da eficiência organizacional.

A TD também surge nesse cenário pela busca por velocidade e qualidade.

Diante disso, uma definição plausível para TD e que se encaixa perfeitamente na busca por eficiência, é:

O uso da tecnologia para melhorar o desempenho de
uma empresa e a experiência do cliente.

Ou seja, existe um aspecto interno e um externo que envolve a jornada digital.

Quando uma empresa se apropria do uso tecnológico, basicamente ela deve se preocupar com dois aspectos: processos e clientes.

empresas que modificam por completo a forma de executar as tarefas de um determinado processo interno devido a adoção de alguma solução tecnológica, consequentemente a alteração impacta diretamente a experiência do cliente com o serviço ou produto da empresa.

Que tal um exemplo para esclarecer melhor o conceito?

Anteriormente, os corretores de imóveis, quando precisavam prospectar um novo imóvel para carteira, saiam às ruas e através de muita investigação e entrevistas conseguiam a informação de quem era o proprietário.

Só depois dessa jornada, que poderia durar dias, o corretor iniciava o processo de negociação.

Atualmente, já existem corretores utilizando tecnologias e dados para descobrir os possíveis proprietários sem precisar sair do escritório.

Ou seja, este exemplo mostra como o uso da tecnologia melhora o desempenho dos processos e traz benefícios para o cliente.

Neste caso, o cliente é beneficiado por uma carteira de imóveis recheada de opções.

Poderíamos gastar horas citando exemplos de segmentos inteiros que foram impactados pela transformação digital e alterou toda forma fazer as coisas.

Onde começa o desafio?

Após a palestra do Pabon na Campus, ficamos curiosos para entender o tamanho do desafio que é promover a transformação digital em uma empresa gigantesca e que como ele disse: “nasceu em uma outra era”.

Veja na íntegra a entrevista com o Pabon.


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